
Da colheita feliz de Kubrick, surgia em outrora as Laranjas Mecânicas. Bonitas não eram, não agradavam a quem olhar e nem suco davam, sua recrudescência, no entanto, mostrou-se capaz de gerar um líquido viscoso que tornou-se a arma química elementar na guerra contra a puta falta de sacanagem.
Afirmando a energia do rock, seja ele índio, indie ou clássico, e a deleitosa oportunidade de chutar o balde com gente afudê, a Rockwork grita: “Jaime, o menino não quer mais suco!”
Assim como os tomates verdes fritos, a Jabulani ou os televisores CCE, as Laranjas Mecânicas não dão suco. Isso acontece não por incompetência, má formação, ou malemolência, mas, sim, pelo simples fato de churrasco e alfafa - ou John e Lady - serem diferentes.
É do leite e não das laranjas ditas naturais ou do suor holandês, que advém a volúpia. É deste líquido mamífero, espesso, que te nutriu quando abrolho de gente e que hoje te faz sustentar noite memoráveis (caindo ás vezes, mas sem quebrar nada #not-osteoporose), que surge o mitológico MOLOKO, senhor das inconsciências de alguns, das noites de tantos e dos fígados da maioria!
Neste julho alimentado, a Rockwork comemora a aparição do Médici, soberano da simpatia e DJ de selvagem maestria, trazendo as boas novas de terras distantes!
Tomô?
Dancing with the Droogies
Thales
Médici
Mario
Célo
Solh
Hostess
Karine MeAdd (de B-DAY!) & José Maruri
Apoio
Vulgo
Thingsmag
O quê? Rockwork: Laranjas Mecânicas não dão Suco!
Som? Rock mamífero!
Barbadas? Muito moloko e bótons para os que cedo chegar
Atrações? Rockworkes com muito cálcio e a visita do Médici!
Quando? Sábado, 24/07, 23h30min
Onde? Cabaret! (Independência, 590)
Quanto? R$18 ou
R$12 na lista do site www.cabaretpoa.com.br/rockwork-orange.htm ou com Bótom Rockwork (ambos até a 1h)
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